Boa tarde! Seja bem vindo(a) à M1 Consultoria.

Hoje é sábado, 1 de outubro de 2016.


A M1 Consultoria é uma agência de marketing com diversas soluções para a Internet.


Se você ainda não possui um website, ou já possui um mas deseja alterar o conteúdo e o design dele, entre em contato conosco.

Sua empresa vai transmitir ainda mais credibilidade. E seu fluxo de caixa vai agradecer.



O que esses caras da M1 Consultoria tem para mim?



Websites modernos, com design clean e conteúdo objetivo

sites

Seu website reflete e define a imagem que sua empresa deseja construir junto ao seu público-alvo.

Possuir um website ajuda a construir uma imagem de credibilidade para esse público.

E credibilidade é fundamental para os clientes comprarem de você.

Otimização de sites para ferramentas de busca

seo

Assim como você, seus futuros clientes também usam a Internet para pesquisar por produtos ou serviços.

Se sua empresa ainda não aparece nos melhores resultados de busca do Google, Yahoo! e outros, nós sabemos como mudar isso.

Construção de e-commerces

ecommerces

Sua empresa não consegue competir com a empresa líder no seu setor?

Saiba que na Internet o tamanho físico não importa, e você passa a atuar em âmbito estadual ou nacional.

Vender pela Internet deixou de ser uma opção, e as empresas que não participam desse jogo possuem uma forte defasagem competitiva em relação à sua concorrência.

Corrigir isso é fácil, rápido e custa menos do que você imagina.



Ótimo, mas quanto isso vai me custar?



Possuir um website envolve 3 custos

1. Registro de Domínio

sites

O domínio é o www.suaempresa.com.br.

Seu custo é de R$ 30,00 / ano.

2. Hospedagem

hospedagem

A hospedagem possibilita o acesso dos internautas ao seu site.

Seu custo é de cerca de R$ 29,00 / mês.

3. Criação de Design e Programação dos Códigos

programação

Apesar de também não envolver valores altos, a precificação dessa etapa requer uma reunião prévia.

Afinal, cada projeto demanda um tempo de trabalho específico.



E como eu agendo essa reunião?



Clique aqui para solicitar uma reunião, ou ligue para 9631-4168.



Seja Bem Vindo(a).

Se desejar, preencha o campo abaixo com seu primeiro nome.

Assim poderemos tratá-lo(a) de forma personalizada.

Você merece.

Notícias do Setor


Google detém 95% das buscas realizadas no Brasil

Um estudo realizado pela consultoria Serasa Experian Hitwise confirmou a hegemonia do Google como buscador. Segundo a pesquisa, o serviço representa 95,37% de todas as buscas realizadas pela internet nas últimas quatro semanas.

De setembro a 3 de outubro, a pesquisa reuniu informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites no Brasil.

Os buscadores Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam apenas 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente. Os 37 sites restantes foram responsáveis por 0,8% das procuras realizadas.

O Google também detém o maior número de tráfego de usuários que desejam navegar por sites de alguns setores como Portais, Entretenimento e Esportes, são 38,48%. Inclusive, os três segmentos juntos tiveram um aumento de 27,3% na comparação entre abril de 2009 e setembro do mesmo ano. Na soma do Google com os demais sites de busca esse tráfego passa para 42,61%.

Fonte: Informações IDG Now

▲ voltar para índice de notícias


E-commerce cresce 27% no primeiro semestre de 2009

Faturamento do canal web foi de R$ 4,8 bilhões

Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos na 20ª edição do Relatório “WebShoppers” realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões. Esse valor representa um aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões.

O tíquete médio elevado, cerca de R$ 323, foi uma das principais características dessa primeira metade do ano. Isso porque os adeptos das compras online optaram por produtos de maior valor agregado, como Informática e Eletrodomésticos, terceira e quarta categorias mais vendidas na web.

A confiança e a satisfação do consumidor foi colocada em evidência no primeiro semestre de 2009. De acordo com levantamento feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma Guasti.

Eletrodomésticos em alta

A redução do IPI para Eletrodomésticos, ocorrida em Abril desse ano, ajudou a categoria a alcançar um espaço jamais antes alcançado. Isso porque muitas pessoas puderam aproveitar a oportunidade para antecipar suas compras e adquiriram novos produtos, já que a queda de preço para alguns Eletrodomésticos chegou a 20%. A categoria, que historicamente situava-se entre a 4ª e 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos, ganhou mais espaço e alcançou a inédita 2ª colocação em Junho de 2009, com 13% de participação em volume de pedidos.

As marcas mais cobiçadas...

Para a 20ª edição do “WebShoppers”, a e-bit preparou um capítulo destinado a entender as marcas mais vendidas e admiradas pelos e-consumidores. Quando falamos em vendas, Informática teve seu Top 3 ocupado por HP, Samsung e LG como protagonistas nas operações online. Já na questão “Top of Mind”, LG, Philips e Sony atuaram como as principais marcas de TV´s de tela plana, dentro da categoria Eletrônicos.

As grandes não estão mais sozinhas!

Há algum tempo o comércio eletrônico vem sentindo um fenômeno de descentralização das lojas virtuais. As pequenas e médias empresas vêm ocupando cada vez mais a fatia que antes pertencia somente às grandes varejistas. Para ilustrar esse acontecimento, a e-bit fez um levantamento comparativo sobre a participação no mercado do 1° semestre de 2009 em relação ao 1° semestre de 2008 que aponta que os dez maiores varejistas perderam 5,5 pontos percentuais. Em contrapartida, o “long tail”, que engloba pequenas e médias varejistas, ganhou 1,6 pontos percentuais em participação comparando-se o mesmo período.

Guasti afirma que a confiança que o canal traz ao consumidor, além da maior conscientização no ato da compra, continuam sendo fatores contribuintes para essa tendência no cenário do e-commerce: “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.”

O que esperar do e-commerce daqui para frente?

O segundo semestre de 2009 também deve alcançar números importantes, já que costuma participar com 55% do faturamento anual do canal. No período entre Julho e Dezembro, espera-se que as lojas virtuais atinjam R$ 5,8 bi em vendas de produtos pela internet (excluindo passagens aéreas, automóveis e leilão virtual).

Outro fator contribuinte para o bom desempenho no 2º semestre é a participação de datas sazonais que chegam para agitar ainda mais o mercado. Esse é o caso do Dia dos Pais (25/07 a 08/08), Dia das Crianças (27/09 a 11/10) e, principalmente, o Natal (15/11 a 23/12) que é a data comemorativa mais aquecida do ano.

A expectativa da e-bit, é que o e-commerce deva fechar 2009 com mais de 17 milhões de pessoas que já compraram pela internet ao menos uma vez.

Fonte: E-bit

▲ voltar para índice de notícias


Registro de domínio cresce 33% no Brasil

De acordo com o Dossiê sobre a Indústria de Domínios na Internet para o quarto trimestre de 2007 divulgado pela VeriSign Inc, a internet cresceu em quase 33 milhões de nomes de domínios no ano passado. No encerramento do quarto trimestre de 2007, a base total de nomes de domínios registrados mundialmente entre todos os Domínios de Primeiro Nível (Top Level Domain Names -- TLDs) ultrapassou 153 milhões. Isto representa um aumento de 27% em comparação ao mesmo trimestre de 2006 e de 5% em relação ao terceiro trimestre de 2007.

A base ajustada de .com e .net superou 80,4 milhões de domínios registrados no fim de 2007. Isto representa um aumento anual de 24% e um aumento trimestral de 4%. A base ajustada cresceu em 3,5 milhões de domínios no quarto trimestre e 15,4 milhões no ano inteiro. Novos registros de domínios .com e .net foram acrescentados à média de 2,5 milhões por mês no último trimestre de 2007, totalizando 7,5 milhões.

Os Domínios de Primeiro Nível com códigos de países (country code TLDs ou ccTLDs) registrados ultrapassaram 58 milhões, um aumento de 33% em relação a 2006 e de 6% sobre o terceiro trimestre de 2007. A composição da indústria de domínios e a ordem de classificação em termos de tamanho da base permaneceram praticamente inalteradas.

No Brasil, o setor de domínios na Internet encerrou 2007 com mais de 1,7 milhão de domínios registrados entre todos os Domínios de Primeiro Nível (DPNs), um aumento de aproximadamente 33% ou 430 mil domínios registrados desde o encerramento de 2006[1].

Fonte: B2b Magazine

▲ voltar para índice de notícias


Web como ferramenta de marketing eficaz

16 de dezembro de 2009 às 11h08

Por Erica Saito*

A economia atual exige gastos pragmáticos. As empresas precisam encontrar soluções inovadoras e práticas que as ajudem a continuar atraindo clientes e mantendo "awareness" entre o seu público-alvo no mercado.

O website da sua empresa é uma solução muito prática. Com os orçamentos apertados e recursos limitados no ambiente de negócios de hoje em dia, as empresas são obrigadas a avaliar com atenção os seus gastos, especialmente quando se trata de marketing. Um website, no entanto, é uma ferramenta que todas as empresas podem aproveitar para ajudar a aumentar a exposição de suas marcas, expandir o seu mercado-alvo e ajudar na expansão dos seus negócios.

Atualmente, o Brasil tem mais de 67 milhões de usuários de internet. Segundo previsões da indústria, o número de usuários de internet deverá praticamente duplicar para 1,8 bilhão no mundo todo por volta de 2012. Ser uma parte desse mundo digital em constante crescimento começa com seu nome de domínio e um website.

Seu website pode ser uma forma rentável para ajudar a promover o seu negócio a diferentes públicos-alvo e comunicar os seus pontos fortes para possíveis consumidores. Pense em seu website como um cartão de visitas ou um espaço para demonstrar e promover seus produtos. Ele pode, de forma fácil e rápida, transmitir as ofertas e os pontos fortes da sua empresa e permitir que os visitantes interessados adquiram seus produtos ou serviços. Ele ajuda a posicionar o seu negócio ou produto como eficazes para os consumidores, competitivos para os investidores em potencial e pode servir como a primeira introdução às pessoas que você deseja contratar.

Como na maioria dos casos, tornar seu website uma ferramenta de marketing eficiente começa com as noções básicas. O website deve ser de fácil uso, possuir um nome de domínio semelhante ao de sua marca ou produto para combinar com a imagem de sua empresa e ter sistemas de resposta presentes para o atendimento ao cliente. Informações sobre a empresa, produtos e até mesmo contato facilitam para que consumidores possam chegar até seu produto com maior facilidade. 

O nome de domínio mais adequado

Um nome de domínio representa a marca e a identidade de sua empresa e de seus produtos na internet. Para ajudar a aumentar o seu reconhecimento na web, o seu nome de domínio deve ser simples, fácil de memorizar e algo com que as pessoas possam associar à sua empresa.

Selecionar o nome de domínio certo ajuda a aumentar a sua visibilidade na internet. Um nome de domínio .com é uma boa opção, pois esse é um dos domínios mais populares na internet atualmente. Ele é de longe a mais provável extensão que a maioria das pessoas procura ao buscar por um website, e os mecanismos de busca da internet de hoje são orientados para reconhecer o .com.

Se o nome de domínio que deseja para a sua empresa já estiver sendo utilizado, você pode procurar palavras ou nomes semelhantes, um slogan interessante, um nome de produto ou serviço, ou ainda considerar o uso de um neologismo. Você também pode utilizar gratuitamente alguma ferramenta de sugestão de nomes de domínio disponíveis na maioria dos websites de registro dos domínios .com.

Você também deve considerar o registro de vários nomes de domínios nesse estágio, para aumentar as chances de que seus clientes em potencial lhe encontre on-line em qualquer site de busca. Esses nomes de domínios similares podem conter possíveis erros de ortografia e variações do seu nome de domínio principal para aumentar as possibilidades de que seu domínio seja encontrado nos sites de busca. Outros nomes de domínios podem ser utilizados para redirecionar seus visitantes para o seu Web site principal, ou seja, você pode ter varios nomes de domínios como um domínio .com outro .net e apenas um website  basta redirecionar todos os nomes de domínios para um mesmo endereço ou o domínio principal.

O conteúdo é o Rei

Um fator chave para um website de sucesso é um bom conteúdo. Isso requer planejamento adequado e apresentação da informação com base na compreensão das exigências dos seus clientes. Assim, é prudente determinar o seu público-alvo e, então, criar um conteúdo que responda às suas exigências específicas perante os seus negócios.

Navegação limpa pelo website

Um bom projeto de navegação é um ingrediente essencial para qualquer bom website; a navegação é o roteiro do seu website. Os visitantes do seu website precisam saber três coisas essenciais: onde eles estão, para onde podem ir e como podem voltar para onde eles estavam.

Ajudando os seus clientes a encontrar você

Ajudar as pessoas a te encontrar na internet também é importante. Você deve promover o seu nome de domínio em todas as ocasiões, do cartão de visita aos materiais de escritório. Isso ajuda a apresentar sua companhia às empresas que podem não estar familiarizadas com o que você faz, mas que necessitam dos seus produtos e serviços.

Além disso, você pode registrar o seu nome de domínio em um ou mais Web sites de mecanismos de busca, já que muitos usuários de Internet os utilizam para buscar empresas e serviços. Além de registrar o website, alguns ajustes técnicos também são importantes no seu desenvolvimento (“otimização do mecanismo de otimização”), para que ele responda melhor às buscas. Lembrando que quanto maior o número de domínios que uma empresa possuir, maior serão as chances de um possível consumidor encontrar seu website.

Listando o seu website para obter visibilidade

Você também pode fazer um acordo com algum proprietário de um website com interesses semelhantes ou relacionados para que um website tenha o link do outro. Para isso, localize websites que tenham uma boa correspondência com o seu e entre em contato com o proprietário para perguntar se ele pode colocar um link seu no site dele em troca de você colocar um link dele no seu website. Se você vende acessórios, por exemplo, pode fazer uma troca de links com outro que venda roupas ou sapatos.

Ter um nome de domínio .com também ajuda a aumentar sua visibilidade na internet. O domínio .com é um dos domínios mais populares na Internet atualmente e é de longe a mais provável extensão que a maioria das pessoas procura ao buscar um website.

No ambiente econômico atual, as companhias estarão bem servidas para olhar para o website de suas empresas como uma ferramenta de marketing eficaz que ajuda a manter a exposição da marca consistente, especialmente com recursos limitados.

Bem-vindo ao mundo da internet!

*Erica Saito é gerente regional de estratégia de negócios da VeriSign na América Latina

▲ voltar para índice de notícias


Ano novo, otimismo revigorado

16 de dezembro de 2009 às 12h17

A consultoria Deloitte ouviu representantes de 573 empresas que respondem por 17,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e constatou que os empresários do País estão confiantes no desempenho de seus negócios em 2010 e têm planos de aumentar os investimentos.

A pesquisa, divulgada na última terça-feira (15/12), revela que 95% acreditam em crescimento da economia para o ano que vem. Os setores de petróleo e gás, construção e turismo, hotelaria e lazer são apontados como os que têm maior potencial de expansão em 2010.

Apesar de 2009 ter sido um período conturbado – pelo menos, no primeiro semestre –, a receita total das empresas que revelaram suas expectativas de faturamento para este ano deve crescer 8% em relação a 2008, conforme indica a mediana das respostas coletadas. Na comparação com os resultados de 2008, 69% das empresas estimam que chegarão ao final de 2009 com uma receita maior.

No item “investimentos”, 71% das empresas devem encerrar 2009 com um montante de aportes superior a 2008. Os projetos de maior aposta são a modernização (considerando a aquisição de bens de capital), com 93%, e a implantação de novos produtos e serviços, com 91% dos apontamentos.

Em 2009, 13% das empresas entrevistadas afirmam ter realizado investimentos em aquisições de outras organizações. Entre os projetos de investimentos a serem implantados a partir de 2010, 41% dos empresários utilizarão recursos para a aquisição de empresas, uma intenção manifestada principalmente por médias organizações.

Em 2010, 64% dos entrevistados destacaram que darão prioridade, do ponto de vista estratégico, ao desenvolvimento e fornecimento de novos produtos e serviços.

Já sobre desafios, os principais fatores enfrentados pelas empresas em 2009 e que tendem a se manter em 2010, por ordem de importância, são: gerenciar os custos sem comprometimento da qualidade; administrar a concorrência doméstica por competidores locais e manter a taxa de retorno do capital investido.

Metodologia

O estudo foi realizado em outubro e novembro com empresas dos setores de serviços e indústria, que somam um total de 911 mil funcionários. As empresas consultadas estão distribuídas por todo o País: 68% no Sudeste, 19% no Sul, 7% no Nordeste, 4% no Centro Oeste e 2% no Norte. A idade média das empresas da amostra, das quais 34% realizam exportações, é de 30 anos.

▲ voltar para índice de notícias


Vendas na Internet bateram recorde no Natal

O Natal alavancou as vendas de bens de consumo pela Internet que tiveram um crescimento de 28% no período de 15 de novembro até o último dia 24 de dezembro em comparação com o mesmo período de 2008.

O comércio on line movimentou R$ 1,6 bilhões contra R$ 1,25 bilhão um ano antes. A consultoria e-bit, especializada no setor divulgaram os dados que apontam o crescimento.

O diretor geral da e-bit Pedro Guasti disse que ano a ano eles acompanham a evolução do e-commerce e sem dúvida o Natal é um grande aliado para esse crescimento.

“Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.

Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior”.

Fonte: E-bit

▲ voltar para índice de notícias


IBGE: acesso à Internet cresce, mas ainda é desigual

JACQUELINE FARID - Agencia Estado

A internet ainda é inacessível para 104,7 milhões de brasileiros, apesar dos significativos avanços registrados no País no acesso à rede de computadores nos últimos anos. Pesquisa divulgada hoje pelo IBGE mostra que o aumento no número de usuários, entre 2005 e 2008, ocorreu especialmente entre os mais pobres, menos escolarizados e nas Regiões Norte e Nordeste. Os locais públicos de acesso pago, como "lan houses", são os preferidos pelos internautas, que utilizam a rede, sobretudo, como meio de comunicação com outras pessoas.

O levantamento se refere à população com 10 anos ou mais de idade e mostra que, em três anos, 24 milhões de pessoas foram incluídas no acesso à internet no Brasil. Desse total, 17 milhões tinham renda de até dois salários mínimos, sendo que 10,6 milhões recebiam até um salário. O total de usuários chegou a 56 milhões em 2008, com aumento de 73% ante 2005. "Esses dados mostram que o acesso está sendo democratizado", avalia o gerente da pesquisa mensal de emprego do instituto, Cimar Azeredo.

Mais democrático, mas ainda profundamente desigual e excludente, como ele mesmo avalia. "Ainda há um número expressivo de pessoas alijadas da inclusão digital", lembra Azeredo. Ele cita informações do site especializado www.internetworldstats.com, que mostram que enquanto no Brasil o porcentual de pessoas (10 anos ou mais de idade) com acesso à rede é de 34,8%, na América do Norte chega a 74% e, na Europa, a 52%. O País está acima, porém, da média mundial (25,6%) e da América Latina e Caribe (30,5%).

Ele atribui o patamar ainda reduzido de acesso à desigualdade de renda e a problemas na educação. "A desigualdade de renda se reflete no acesso à internet, um País com renda tão desigual não mostraria um acesso à rede igual para todas as classes", disse.

No que diz respeito à educação, Azeredo considera esse um ponto crucial para o aumento do número de usuários. Ele lembra que a Coreia do Sul conseguiu universalizar o acesso para 90% da população, exatamente porque apresenta dados educacionais bem mais avançados que os brasileiros.

Em 2008, 80,4% das pessoas com 15 anos ou mais de estudo acessavam a Internet, enquanto no grupo dos sem instrução o porcentual não ultrapassava 7,2%. "Para sairmos de um cenário de exclusão digital, é preciso investir em educação", alerta.

▲ voltar para índice de notícias


Acesso a Internet e celulares dispara no Brasil

Caio Quero | 2009-12-11, 11:28

Cada vez mais brasileiros estão acessando a internet e utilizando telefones celulares, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE.

O número de brasileiros com dez anos ou mais que acessaram a internet pelo menos uma vez cresceu 75,3% entre 2005 e 2008, fazendo com que mais de um terço da população nesta idade (34,8%) tenha acessado a rede ao menos uma vez até o ano passado.

Embora o acesso à internet entre as pessoas com baixa escolaridade tenha registrado um crescimento mais intenso no período, os usuários da rede no Brasil continuam tendo mais anos de estudo do que aqueles que não a utilizam.

De acordo com a pesquisa, as pessoas que usam internet no país têm em média dez anos de estudo, enquanto aqueles que não a utilizam têm 5,5 anos de estudo em média.

Em relação ao local de acesso, das 56 milhões de pessoas que acessaram a internet no Brasil, 47,5% disseram ter feito em mais de um lugar, sendo que mais da metade (57,1%) navegou na rede de casa.

O segundo lugar onde os brasileiros mais acessaram a internet foram lan houses, em uma mudança com relação a 2005, quando a segunda colocação ficou com locais de trabalho, agora o terceiro lugar no qual mais brasileiros acessam a internet.

Além disso, a grande maioria dos brasileiros que usaram a internet o fez por meio de conexões banda larga (80,3%), contra apenas 18% que acessaram por conexão discada.

O número de pessoas que acessam a rede por banda larga praticamente dobrou em relação a 2005.

▲ voltar para índice de notícias


Acesso à Internet cresceu 75,3% em três anos

Sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 - 12h42

Os brasileiros com acesso à internet em 2008 representaram 34,8% da população, com um crescimento de 75,3% em três anos, de acordo com dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2005, segundo a medição, 20,4% da população do Brasil tinha acesso à rede mundial de computadores. Já ano passado, 56 milhões de pessoas de dez anos ou mais acessaram a internet pelo menos uma vez.

Destes, 47,5% acessaram à internet de mais de um local, sendo que o mais citado foi a própria casa, com 57,1% de ocorrência. O segundo local de onde mais se teve acesso foi o centro público de acesso pago ou lan house, com 35,2%.

O aumento ocorreu para ambos os sexos: homens foram de 21,9% em 2005 para 35,8% em 2008; e as mulheres de 20,1% para 33,9%. Os jovens são a maioria dos usuários, visto que o maior percentual foi registrado na faixa etária entre os 15 e os 17 anos (62,9%). Entre pessoas com 50 anos ou mais o percentual diminuiu para 11,2%.

Os números mostram que houve aumento do acesso em relação a 2005 em todos os níveis de escolaridade, mas o crescimento foi mais intenso na população com índice mais baixo.

Ainda assim, os usuários brasileiros da internet foram mais escolarizados – com 10 anos de estudo em média - que aqueles que não a utilizavam - 5,5 anos de estudo -, enquanto a proporção de pessoas que acessaram era maior quanto maior era a escolaridade.

Segundo o Suplemento da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2008, as regiões Sudeste (40,3%) Centro-Oeste (39,4%) e Sul (38,7%) registraram os maiores percentuais de usuários, enquanto as regiões Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%), apresentaram os menores.

Ainda de acordo com Pnad, 104,7 milhões de pessoas com dez anos ou mais de idade não utilizaram a internet por motivos concentrados em: “não acha necessário ou não quer” (32,8%), “não sabe utilizar a internet (31,6%)” e “não tem acesso a computador (30%)”.

▲ voltar para índice de notícias


A Internet e os Negócios

Muitos empresários não sabem ao certo o que a web pode lhes proporcionar

Por Sandra Turchi*

Muito se tem falado sobre o crescimento nos investimentos em mídia on-line, sobre a ampliação do uso de estratégias de marketing digital e sobre o uso cada vez maior das redes sociais digitais para se comunicar ou vender aos consumidores, bem como sobre como essas inovações mudam o jeito de fazer marketing.

Quando falamos disso, porém, nos parece que todas as empresas já estão conectadas ou habituadas a utilizar essas ferramentas, assim como também familiarizadas aos termos relativos a essas atividades. Porém, apenas 66% das empresas paulistanas possuem website, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) no final de 2009 e somente 36% realizam negócios pela internet. Ou seja, a grande maioria ainda não está efetivamente usufruindo dos benefícios da rede para obter novas receitas ou otimizar processos.

Isso nos leva a concluir que não bastam projetos de “inclusão digital” de empresas. É necessário também levar a esses empreendimentos conhecimento e condições de produzirem riqueza utilizando a internet como plataforma para trazer novos clientes, além, obviamente, de oferecer um atendimento mais qualificado aos clientes atuais.

Quando observamos a alegação de 46% dos empresários de que não realizam negócios on-line por não haver necessidade, percebe-se outro ponto interessante: muitos, na verdade, não sabem ao certo o que a internet pode lhes proporcionar. O ponto de partida deve ser, então, esclarecer melhor sobre o potencial da web a essas empresas.

Outro fator importante a ser salientado é a oportunidade para pequenas e médias empresas, fornecedoras de serviços de TI, visto que, na maioria dos casos, as funções de TI são executadas por fornecedores externos. Cresce também o espaço para empresas que realizam treinamentos e cursos sobre o assunto.

Como exemplo de atividades que vem sendo implantadas para a geração de negócios on-line é possível citar as montadoras de veículos que usam a web para esclarecer dúvidas dos potenciais compradores antes que eles se dirijam a uma loja para fechar o negócio. Ou o setor de construção civil com seus lançamentos imobiliários, além do mercado financeiro com instituições que tem feito uso inovador das ferramentas de marketing digital, como o desenvolvimento de aplicativos para telefonia celular, por exemplo.

O investimento dessas empresas nessas ações supera a marca de 10% de sua verba publicitária, o que representa uma quebra de paradigma. Entretanto, isso só tem ocorrido porque essas companhias constataram a eficácia desse meio para trazer novos consumidores, bem como incrementar resultados financeiros.

Falando de micro e pequenas empresas, podemos observar casos que vão desde uma loja de produtos eletrônicos de um bairro de São Paulo até comunidades carentes do Amapá, que comercializam seus artesanatos pela web e os entregam dentro e fora do país.

Com isso, percebe-se uma grande movimentação por parte das MPEs no sentido de conhecer mais sobre esse mundo novo do e-commerce e do marketing digital para não deixar escapar excelentes oportunidades de crescimento em seus negócios.

* Sandra Turchi é superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenadora do curso Estratégias de Marketing Digital da ESPM Blog: www.sandraturchi.com.br

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114377-17141,00.html

▲ voltar para índice de notícias

M1 Consultoria | Programa de Inclusão Digital - tels 0 55 11 3254-6300 - Avenida Paulista, 726 17 andar

Todos os direitos reservados.