Iniciando esta semana com o tema que envolve o processo de cotejamento contábil em um projeto de inventário patrimonial. As sobras físicas e contábeis são outputs do processo de conciliação físico contábil direta a partir de suas classificações estabelecidas neste tratamento de dados.
As sobras físicas podem ser definidas para situações em que o ativo é identificado fisicamente em campo, onde é realizado o processo de emplaquetamento patrimonial, contudo, não é encontrado seu registro contábil, seja ele por esse bem ter sido tratado como despesa ou ter sido baixado equivocamente da base do imobilizado antes do seu descarte real.
Já as sobras contábeis são ativos caminham no processo inverso em relação as sobras físicas. São bens em que ao final do processo de conciliação físico contábil, onde a base do ativo imobilizado é exaurida em relação ao seu cotejamento, possuem características de bens alocados contabilmente que não existem fisicamente e, para esses casos, geralmente a gestão de ativos possui um baixo controle físico dos bens onde as baixas, descartes e/ou transferências não são refletidas no controle contábil, tendo como resultado uma defasagem em relação aos bens em operação.
É importante analisar durante a definição das sobras físicas e contábeis, os custos agregados a estes bens, pois todos os itens e subitens interligados ao patrimônio principal devem possuir a mesma classificação, dessa forma é possível mitigar possíveis excessos de saldos no imobilizados e baixas equivocadas.
Entenda como podemos te ajudar na definição das sobras físicas e contábeis durante o processo de conciliação físico contábil.
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