Em nossas últimas postagens, abordamos os temas que envolvem todo o processo de inventário patrimonial e conciliação físico contábil, desde a etapa de identificação física e emplaquetamento do ativo ao processo de classificação das sobras físicas e contábeis, passando pela etapa de saneamento da base analítica bem a bem do ativo imobilizado.
Com o projeto de inventário patrimonial em mãos, as empresas se deparam com o desafio de quais próximos passos a serem feitos com o inventário patrimonial e análises contábeis resultantes do projeto. O primeiro passo é verificar a lista dos bens classificados como conciliados, ou seja, que já existem no controle patrimonial da empresa e precisarão ser atualizados dentro do módulo do ativo fixo da ERP em relação aos seus dados de cadastramento, para que o controle físico passe a ser integrado ao controle contábil.
Em relação as sobras identificadas tanto física quanto contábil, é fundamental, antes da tomada de decisão, entender os impactos contábeis dentro do balanço patrimonial já que tem influência direta no saldo futuro do ativo não-circulante, que tem como consequência impacto no resultado do patrimônio líquido ao final do fechamento do balanço.
Após essas análises, será necessário elaborar um plano de baixas dos bens classificados como sobras contábeis através de créditos efetuados no balancete e um plano de imobilização dos bens classificados como sobra física. É extremamente importante replicar os resultados do projeto de inventário patrimonial no Ativo Imobilizado da sua empresa com celeridade para que o trabalho executado não fique defasado em relação aos controles efetuados ao longo do período de execução e da data base do projeto.
Nós, da M1 Consultoria damos todo o suporte para implementação dos resultados do Inventário Patrimonial na sua empresa, identificando os riscos envolvidos e impactos contábeis nesse processo.
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