O controle de bens do ativo imobilizado necessita da padronização do nível de detalhamento para que os tratamentos contábeis sejam aplicados de forma adequada e integrada com a contabilidade, principalmente a fase de depreciação dos bens.
A componentização de ativos refere-se ao grau de segregação ou agrupamento dos bens em relação ao custo de capitalização individualizado e ao custo total do bem, em que necessita de uma aplicação de taxa de depreciação diferenciada para cada componente.
Este processo de componentização é considerado não só uma boa prática de mercado, mas também como uma recomendação do Comitê de Pronunciamento Contábil (CPC), que entende que o tratamento individualizado deve ser aplicado justamente pelo fato de que componentes de um ativo possuem vidas úteis diferentes, sejam eles componentes de alto valor significativo ou não.
A componentização traz uma série de vantagens as empresas, pois entende-se que esta prática se aproxima da realidade de uso e operação dos equipamentos e, também, do plano de manutenção da organização referente ao processo de baixas, recondicionamentos e compra de novos equipamentos.
Abaixo apresentamos algumas vantagens:
– Rotina de manutenção integrada e de fácil entendimento pela contabilidade/patrimônio;
– Clareza nas informações quanto aos custos agregados, baixas contábeis e peças sobressalentes;
– Previsibilidade de custo quanto a substituição de itens, uma vez que é possível elaborar um histórico de baixas contábeis no controle do ativo imobilizado para identificação do ciclo de vida útil operacional do bem.
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